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Polos que funcionam no Ginásio de Esportes, na Granja Viana e em Caucaia do Alto serão desativados a partir do 1/09

Em 2019, os negros representaram 77% das vítimas de homicídios no Brasil, com uma taxa de 29,2 por 100 mil habitantes. Entre os não negros, a taxa foi de 11,2 para cada 100 mil, o que significa que o risco de um negro ser assassinado é 2,6 vezes superior ao de uma pessoa não negra.

Entre os anos de 2009 e 2019, 623.439 pessoas foram vítimas de homicídio no Brasil. Destas, 333.330, ou 53% do total, eram adolescentes e jovens.

Os dados constam da edição 2021 do Atlas da Violência, divulgada hoje (31). A publicação foi elaborada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN).

Os números apresentados pelo estudo foram obtidos a partir da análise dos dados do Sistema de Informações sobre a Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, em período anterior à pandemia de covid-19.

Na análise dos dados da última década, os autores do levantamento observaram que a redução dos homicídios ocorrida no país esteve muito mais concentrada entre a população não negra do que entre a negra. Entre 2009 e 2019, o número de negros vítimas de homicídio cresceu 1,6%, passando de 33.929 vítimas em 2009 para 34.466 em 2019. Já as vítimas não negras passaram de 15.249 em 2009 para 10.217 em 2019, redução de 33%.

Homicídios femininos

Em relação aos homicídios femininos, o Atlas da Violência mostra que 50.056 mulheres foram assassinadas entre 2009 e 2019. Nesse período, o total de mulheres negras mortas cresceu 2%, ao passo que o número de mulheres não negras mortas caiu 26,9%.

A publicação também destaca mudança na distribuição dos homicídios femininos: enquanto a taxa de homicídios de mulheres dentro das residências cresceu 6,1%, a taxa de mulheres mortas fora das residências caiu 28,1%.

Segundo a diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, o local do homicídio é importante para se compreender as dinâmicas de violência.

“Está largamente documentado que os assassinatos de mulheres dentro de casa estão associados à violência doméstica. Os homicídios de mulheres fora de suas residências, por outro lado, em geral, estão associados a dinâmicas de violência urbana. O crescimento dos homicídios de mulheres dentro do próprio lar nos últimos 11 anos indica o recrudescimento da violência doméstica no período”.

Aumento de mortes violentas

Outro dado que chamou a atenção dos autores do estudo foi o aumento de 35% das mortes violentas por causa indeterminada entre 2018 e 2019, o que, segundo a análise dos pesquisadores, pode se refletir em uma subnotificação dos 45.503 homicídios registrados no país no período.

De acordo com a pesquisa, a categoria estatística mortes violentas por causa indeterminada é utilizada para os casos em que não é possível estabelecer a causa básica do óbito, ou a motivação que o gerou, como sendo resultante de lesão autoprovocada (suicídio), de acidente como nos de trânsito ou de homicídios.

“O crescimento brusco desse índice nos últimos anos, como nunca antes observado na série histórica, acarreta sérios problemas de qualidade e confiabilidade das informações prestadas pelo sistema de saúde, levando a análises distorcidas, na medida em que geram subnotificação de homicídios”, disse o presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Daniel Cerqueira.

De acordo com o pesquisador, em média, 73% dos casos de mortes por causa indeterminada referem-se a homicídios, o que por si só já elevaria o número de mortes no país em 2019.

Segundo o Atlas da Violência , os números de notificações de violências registrados pelo Sistema de Informações de Agravos de Notificação entre 2018 e 2019, na variável orientação sexual, contra homossexuais e bissexuais, apresentam crescimento de 9,8%, passando de 4.855 registros em 2018 para 5.330 no ano seguinte. Os números de violência contra pessoas trans e travestis também cresceram, passando de 3.758 notificações para 3.967 episódios em 2019, aumento de 5,6% dos casos de violência física.

Armas de fogo

Segundo a pesquisa, entre 2009 e 2019, 439.160 pessoas foram assassinadas por arma de fogo, o que corresponde a 70% de todos os homicídios do período. O estudo apontou que, desde 2009, todos os dias,109 pessoas foram assassinadas a tiros no Brasil.

Em 2019, o país registrou 14,7 assassinatos por armas de fogo por 100 mil habitantes, entretanto, 16 estados tiveram taxas acima da média nacional. A maior taxa foi registrada no Rio Grande do Norte: 33,7 homicídios por 100 mil pessoas. Na sequência se destacaram, com as taxas mais elevadas: Sergipe (33,5), Bahia (30,9), Pernambuco (28,4) e Pará (27,2). As menores taxas foram registradas em Minas Gerais (8,9), no Distrito Federal (8,5), no Mato Grosso do Sul (7,8), em Santa Catarina (5,3) e em São Paulo (3,8).

Em 2009, do total de homicídios no país, 71,2% foram praticados com o emprego de armas de fogo. Em 2019, esse percentual caiu para 67,7%.

“Os desdobramentos da política armamentista que está em curso no Brasil produzem riscos de elevar os números de homicídios a médio e longo prazos. À luz das evidências científicas, essa política deve ser reavaliada o quanto antes, não apenas para que assim sejam reduzidos os danos trazidos na atualidade a toda a sociedade, bem como os riscos futuros contra a vida e a segurança dos brasileiros”, aponta o documento.

A JHSF assinou com a XP Investimentos o contrato de compra e venda de um terreno de 705 mil metros quadrados situado no complexo Parque Catarina, localizado em São Roque e que deve abrigar o projeto Villa XP. Segundo fato relevante enviado ao mercado no início do mês de agosto, o valor firmado no contrato é de R$ 98,6 milhões.

A área vendida a XP está situada no km 60 da Rodovia Castelo Branco, próximo aos empreendimentos Catarina Fashion Outlet e São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, ambos pertencentes à JHSF.

Segundo reportagem divulgada pelo portal Money Times, em adição ao contrato será celebrada uma escritura de servidão pelo valor de R$ 1 milhão, relativo ao uso de área complementar de cerca de 130 mil metros quadrados, constituída por área de preservação ambiental.

A JHSF ainda irá apoiar a XP na realização das obras da Villa XP e será remunerada em 3% do montante que for investido no projeto do complexo.

Prefeito comenta vinda da XP

Após a divulgação da nova etapa sobre a vinda da XP a São Roque, o Prefeito Cláudio Góes comentou sobre os tramites envolvendo a vinda da companhia para o município. Confira.

Confesso que assim que iniciei os contatos com a XP, fiquei muito entusiasmado, pois sabia que seria uma oportunidade IMPAR para nossa cidade. Pela difícil gestão que tive, principalmente pela falta de recursos e melhores condições para realizar o que foi planejado, que aquela era a hora da mudança!

Sabia dos riscos eleitorais que eu poderia sofrer, pois pedi a Câmara a aprovação de um projeto de incentivos que tornasse viável a vinda de empresas de grande porte como a XP para São Roque, às margens da Castello Branco!

Nesse momento não havia espaço para pensar em politica, nem em complicações eleitoreiras, muito menos em egoísmo, desde o primeiro momento pensei em TODOS, especialmente na chance de deixar São Roque em outro patamar de qualidade de vida e com todas as condições de dar o melhor para a nossa população"

"Agora, a cada dia que passa, vem a confirmação que esta foi mais uma escolha correta da minha gestão. Ao ler as noticias na imprensa, ver que a empresa que confiou em nossa gestão e confiou em escolher São Roque para seu futuro lar esta? entre as 10 mais valiosas empresas do Brasil em 2020, literalmente não tem preço"

"Só tenho gratidão a Deus por ter me colocado aqui nesta cidade, á população que me elegeu e me colocou a frente da prefeitura por estes 4 anos. Grato a todo time que compõe a prefeitura de São Roque, ao grupo de vereadores que me apoiou e me apoia ate o fim, grato por este momento de poder trazer algo tão grandioso e valioso como a XP para nossa “casa”." finalizou o prefeito.

 O Mac Diia Feliz acontece este ano em 23 de outubro e toda renda da venda de Big Mac irá ser enviado ao Graacc

O tempo seco devido ao longo período sem chuvas e às altas temperaturas são fatores que facilitam a propagação de queimadas, como a que ocorreu no domingo (22), no Parque Estadual do Juquery, em Franco da Rocha, que comprometeu 80% do local, afetando a fauna e a flora.   

Outras atitudes que contribuem para o surgimento e a gravidade das queimadas são a limpeza de locais por meio de ateamentos de fogo e a soltura de balões, atividade criminosa que fere o Artigo 42 da Lei Federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que prevê detenção de um a três anos de prisão e multa, cumulativamente.    

Para reforçar a lei federal, Barueri criou a Lei Municipal 2.774, de 27 de agosto de 2020, que proíbe queimadas na cidade. A fiscalização fica por conta da Guarda Ambiental, um braço da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana (SSMU).  O objetivo, além de fiscalizar e punir as ilegalidades, é orientar os munícipes sobre a prática criminosa de fabricar e soltar balões, informar sobre os riscos de realizar a limpeza de terrenos ateando fogo e a ameaça à saúde pública e ambiental ao queimar lixo.  

Tudo isso traz consequências graves e até irreversíveis para as áreas, causando risco de morte aos animais, perda de importantes exemplares da flora e contaminação do ar, podendo afetar diretamente a população, escolas, residências e estabelecimentos comerciais ou industriais.  Segundo levantamento da SSMU, de agosto de 2020 até 25 de agosto de 2021, foram identificados 72 focos de incêndios.   

Os guardas civis ambientais do município também realizam o monitoramento visual de balões que eventualmente cruzem a área do munícipio e alertam: “fogo é sempre sinal de perigo”.  

O engenheiro Edson Akira Mihara, do Departamento de Qualidade Ambiental da Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente de Barueri, explica que incêndios desse tipo, como o ocorrido no terreno da empresa Eldorado, são perigosos e as consequências podem ser fatais, considerando que pequenas atitudes podem se traduzir em grandes estragos. “É importante não realizar a limpeza do terreno ateando fogo, recolher o mato seco após a limpeza, não acumular resíduos, seja entulho, resíduo doméstico ou seletivo na propriedade, apagar e jogar a bituca de cigarro em local apropriado, como as caixas de areia e, principalmente, não soltar balões”, alerta o ambientalista. 

 

O Governador João Doria realizou, na segunda-feira (30), o lançamento do programa Desenvolve Municípios, parceria entre as secretarias da Fazenda e Planejamento e de Desenvolvimento Regional com o banco Desenvolve SP para fomentar ações de crescimento econômico em todo Estado.

Na primeira iniciativa, o Governo de SP vai destinar R$ 1 bilhão em financiamentos com condições especiais e juros subsidiados, para que as prefeituras possam implantar novos projetos na área de infraestrutura urbana.

“Esse é o maior programa de financiamento já realizado pelo Governo de SP em qualquer tempo. Estamos disponibilizando R$ 1 bilhão para créditos aos municípios paulistas. É um recurso extremamente expressivo, considerando as condições em que estão sendo disponibilizados e capilarizados para os municípios com mais de 50 mil habitantes”, disse Doria.

O Desenvolve Municípios vai garantir que as prefeituras tenham acesso a crédito com custo efetivo subsidiado, estimulando a retomada econômica e, ao mesmo tempo, melhorando a qualidade de vida da população. Por meio do programa que oferecerá condições especiais de juros e prazos, as cidades poderão financiar serviços de pavimentação, recapeamento e iluminação pública, sem prejudicar as finanças locais.

As condições incluem 8 anos de prazo, com 2 anos de carência e juros de Selic + 3% ao ano. Com a equalização realizada pelo Governo do Estado, as prefeituras terão acesso a uma linha com os melhores juros do mercado.

“O Governo de SP vai investir R$ 100 milhões em subsídios, ou seja, a fundo perdido, para que a gente consiga ter a menor taxa do Brasil. São Paulo oferece então dinheiro a juro barato para infraestrutura nas médias e grandes cidades, completando assim um ciclo no apoio às demandas colocadas pelos municípios”, afirmou Rodrigo Garcia.

O Programa Desenvolve Municípios contará com a avaliação prévia da Secretaria de Desenvolvimento Regional, que receberá as demandas apresentadas pelas prefeituras. O Desenvolve SP realizará a análise de crédito e recebimento da documentação. Aprovado, o recurso será repassado para a obra ou aquisição pretendida.

“Impulsionar o desenvolvimento municipal faz parte do DNA do Governo do Estado. Este Programa inclui diversas iniciativas de interesse municipal, que poderão aderir a um financiamento com juros reduzidos e carência e prazo de pagamento longos. Além de acelerar a economia, gera emprego e renda”, explicou o Secretário Marco Vinholi.

Adesão

A linha de crédito está disponível já a partir desta segunda-feira (30). Todas as cidades com população a partir de 50 mil habitantes poderão aderir ao programa e pleitear o financiamento. As prefeituras devem inscrever seus projetos para análise pelo site www.desenvolvesp.com.br até 20 de setembro.

Linha de crédito

A Linha Desenvolve Municípios (LDM) financia projetos de pavimentação, recapeamento e iluminação pública. As condições são:

Linha: LDM
Taxa: Selic + Juros de 3% a.a.*
Prazo: 96 meses
Carência: 24 meses
*Equalização de juros de 3% ao ano pelo Governo do Estado

Crédito para novas frotas e saneamento

O Desenvolve SP disponibiliza também outras duas linhas com juros subsidiados aos municípios, para financiamento de estruturas de coleta e tratamento de esgoto e para compra de veículos e tratores, todas com juros equalizados pelo Governo do Estado.

Pela Linha Frota Nova (LFN), é possível financiar aquisição de máquinas, equipamentos e veículos novos.

Linha: LFN
Taxa: Juros zero* + IPCA
Prazo: 72 meses
Carência: 6 meses
Pleitos de até R$ 500 mil por município
*Equalização de juros de 9,5% ao ano pelo Governo do Estado

A Linha Água Limpa (LAL) financia melhorias em coleta e tratamento de esgoto.

Linha: LAL
Taxa: juros zero
Prazo: 120 meses
Carência: 24 meses
Pleitos de até R$ 5 milhões por município.
*Equalização de juros e correção monetária de 3% + SELIC

Investimentos em infraestrutura

Para apoiar os municípios, o Governo de SP tem promovido iniciativas inovadoras em gestão pública, como o recente e inédito programa Nossa Rua, da Secretaria de Desenvolvimento Regional. A pasta divide com os municípios os investimentos para intervenções em pavimentação asfáltica em vias urbanas de terra. Pela proposta, cada cidade beneficiada investe valor equivalente ao repasse estadual. O Governo de São Paulo vai aplicar R$ 200 milhões em convênios a serem firmados com todos os 645 municípios paulistas, chegando a R$ 400 milhões de investimentos.

Além disso, a SDR tem ampliado sistematicamente os pagamentos de convênios de infraestrutura urbana celebrados com os municípios. O valor repassado no primeiro semestre de 2021 é superior ao investido no mesmo período nos dois anos anteriores. No primeiro semestre de 2019, a SDR repassou R$ 121,8 milhões; em 2020, foram R$ 138,7 milhões e, em 2021, os repasses aos municípios chegaram a R$ 189,5 milhões, recorde na gestão do Governador João Doria e nos últimos 10 anos, em convênios dessa natureza.

Mês de incentivo ao aleitamento materno tem como tema a proteção da amamentação 

A Prefeitura de Osasco iniciou no domingo, 29/8, a vacinação dos jovens com 12 anos completos ou mais, sem comorbidades, no drive-thru realizado no estacionamento do Paço Municipal. Na segunda e na terça, 30 e 31/8, também haverá drive-thru para jovens de 12 a 18, sem comorbidades, das 16h às 20h. Para vacinar-se no drive-thru é preciso fazer o agendamento na Central 156 (3651-7080) ou app 156 Osasco.

Uma das novidades no drive-thru é um telão que mescla esportes radicais com ações da administração pública, como reforma de escolas e unidades de saúde, implantação de gramado sintético em campos de futebol, entre outras, além de músicas.

No entanto, no primeiro dia de drive-thru para os jovens, houve trânsito e demora, principalmente porque os agendados não fizeram o cadastro no www.vacinaja.sp.gov.br, uma das exigências para a vacinação no drive-thru, nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e CAIs (Centros de Atenção ao Idoso). O cadastro agiliza o atendimento.

Andréia Vaz Silva, que estava com a filha Maria Eduarda Vaz da Silva, 16 anos, aprovou o drive-thru no final de semana. “Como trabalho, não precisei faltar para estar ao lado da minha filha”.

Natanael Brandão Bezerra acompanhou os filhos Artur dos Santos Bezerra, 13, e Vítor dos Santos Bezerra, 16. “Eles são os últimos da família a receberem as vacinas e estamos muito felizes”.

Valdir Gomes Figueiredo, pai de Natan Nascimento figueiredo, 17 anos, também aprovou a vacinação no drive-thru. “No final de semana estamos mais à vontade”, disse.

A técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento domiciliar (SAD), Grazielle Pereira Gomes Clemente, há 16 anos na função, disse estar agradecida por participar da campanha de vacinação contra a covid. “Essa é a terceira vez que estou no drive-thru e é muito satisfatório fazer parte desse trabalho”, disse.

UNIDADES DE SAÚDE

Para tomar a vacina contra a covid nas UBSs e CAIs no período da manhã, é preciso fazer o agendamento na Central 156 (3651-7080) ou app 156 Osasco. No período da tarde, as unidades de saúde distribuem senhas limitadas para a vacinação. Antes de comparecer ao posto de vacinação, o munícipe deve fazer o pré-cadastro no site www.vacinaja.gov.br e, no dia marcado, apresentar documento com foto e comprovante de endereço.

Nessa etapa da vacinação, os menores, entre 12 e 17 anos, devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis, que assinarão um documento de autorização.

A Prefeitura de Osasco atualiza as informações sobre a vacinação nas redes sociais e no hotsite saude.osasco.sp.gov.br, onde há dados sobre a doença e os grupos atendidos.

UBSs e CAIs

30/8 (segunda-feira) – 19 anos+
31/8 (terça-feira) – 18 anos+
1º/9 (quarta-feira) – 17 anos+
2/9 (quinta-feira) – 16 anos+
3/9 (sexta-feira) – 15 anos +

O Custo de Vida por Classe Social (CVCS) na região metropolitana de São Paulo aumentou 1,06% em julho, aponta indicador da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O percentual é a maior variação para o mês desde 2011, quando o levantamento começou a ser feito.

A alta foi puxada pelo grupo transporte, especialmente pelo preço das passagens aéreas, que tiveram aumento de 42,67%. No grupo habitação, a energia elétrica subiu 12,45% em julho, acumulando 26,25% em 12 meses.

De acordo com a FecomercioSP, o aumento da tarifa de energia elétrica já era aguardado diante do uso das termelétricas por causa do baixo nível dos reservatórios de água.

Já a alta no preço das passagens aéreas foi associada ao aumento da demanda nas férias escolares. Para a Fecomercio SP, entretanto, o preço das passagens não deve continuar pressionado nos próximos meses.

Mais pobres

Segundo a entidade, a classe E é o segmento que mais sente a alta do custo de vida. Enquanto, entre os mais pobres, a variação é de 1,49%, para a classe A, fica em 0,70%. O aumento médio do preço dos combustíveis, por exemplo, foi de 4,21%. “Isto é quase três vezes a variação para a classe A, de 1,47%”, diz a FecomercioSP.

Já o grupo dos alimentos trouxe alívio para quem vive na região metropolitana de São Paulo, com variação negativa de 0,54%. No acumulado de 12 meses, no entanto, o grupo tem alta de 10,86%.

Para a classe mais alta, o peso desse grupo é menor, com alta de 9%. Para as famílias da classe E, o acumulado chega a 14,36%. O preço das carnes, por exemplo, subiu 34,68% nos últimos 12 meses, apesar de ter tido leve acréscimo de 0,12% em julho.

“A previsão da FecomercioSP é que a pressão nos preços continue por causa da questão climática, que vai afetar a produção de energia. Além disso, há a alta das commodities [produtos primários com cotação no mercado internacional], que impacta custos e preços dos alimentos e dos combustíveis”, diz nota divulgada pela entidade.

Metodologia

O CVCS é formado pelo Índice de Preços de Serviços (IPS) e pelo Índice de Preços do Varejo (IPV), com uso de informações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados abrangem qs cinco faixas de renda familiar (A, B, C, D e E) para avaliar os efeitos da alta de preços na Grande São Paulo em 247 itens de consumo.

De acordo com a FecomercioSP, o IPV e o IPS indicam que a inflação está concentrada nos produtos. O índice de varejo subiu 1,6% em julho. O indicador de preços dos serviços, por sua vez, avançou 0,55%. O IPV acumula alta de 14,85% em 12 meses, e O IPS, de 3,85%.

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