deputado entende que o foco da Casa deve ser o combate ao novo coronavírus. "A gente precisa ter paciência e equilíbrio e não ter açodamento, porque o açodamento e a pressa, nesses temas, vão ajudar a questão do coronavírus ter contornos mais graves no impacto da vida da sociedade brasileira", disse Maia.
Há duas semanas, Bolsonaro atacou Maia e o acusou de "enfiar a faca" no governo federal e conspirar contra o governo. "Quando você trata de tema como impeachment eu sou um juiz, não posso ficar comentando temas dos quais a decisão é minha de forma independente. Já passei por isso no governo do presidente Michel Temer (MDB) e com paciência e equilíbrio a gente superou esse período", disse Maia.
Os pedidos protocolados apontam diferentes questões, desde o comando de Bolsonaro frente à crise do novo coronavírus até as acusações que Moro fez da suposta interferência política do presidente na Polícia Federal. Crise com Moro Sobre a queda de Moro, Maia disse que a "crise que é do poder executivo e acredito que lá ela deve ficar. Aqui [Câmara] devemos construir soluções". O deputado destacou que a saída de Moro e Luiz Henrique Mandetta (ex-ministro da Saúde) do governo geram insegurança. "No meio de uma pandemia a troca de ministros sempre gera insegurança. Você tem dois ministros que têm credibilidade na sociedade e o terceiro, Paulo Guedes, também tem credibilidade".

